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Três empresas protocolaram pedidos a dias do fim da primeira fase regulatória. O Brasil já soma 11 solicitações conhecidas ao Banco Central. 🪙

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OKX, Brasil Bitcoin e UnblockPay pediram licença para operar com criptoativos sob supervisão do Banco Central. 🪙🧵 Os protocolos foram apresentados a menos de duas semanas do prazo de 30 de outubro para empresas que já atuavam no Brasil.

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A autorização buscada é a de Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV). Ela enquadra atividades como intermediação, negociação e custódia de criptomoedas, dentro das regras brasileiras para o setor.

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Com os três novos anúncios, há 11 pedidos de licença conhecidos em andamento. O BC já indeferiu uma solicitação. Protocolar os documentos é só a primeira etapa: não significa que a autorização será concedida.

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Na análise, o Banco Central avalia capital mínimo, governança, controles internos e mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro. A exigência busca reduzir riscos operacionais e dar mais proteção a usuários do mercado cripto.

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A OKX, presente no Brasil desde 2023, solicitou autorização como corretora de ativos virtuais e também mira o mercado de câmbio. Segundo a empresa, o pedido reflete investimentos em infraestrutura, equipe e governança.

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A Brasil Bitcoin protocolou o pedido em 15 de outubro pelo CNPJ da Brasil 8 SPSAV, ligada a dois sócios da corretora. O movimento ocorre enquanto a empresa enfrenta uma disputa judicial entre sócios.

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O cenário também mostra pressão competitiva: Coinext, NovaDAX, Digitra.com e Bitnuvem anunciaram saída do Brasil. A regulação pode elevar custos de conformidade, mas tende a separar estruturas mais robustas das operações sem controles suficientes.

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O prazo de 30 de outubro é um marco para o mercado cripto brasileiro. A fase decisiva virá depois: comprovar ao BC que inovação, custódia segura e prevenção a ilícitos podem funcionar juntas — sem restringir desnecessariamente o acesso dos usuários.

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