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A corrida pela licença cripto no Banco Central começou — e a OKX saiu na frente entre as grandes exchanges. 🏁🇧🇷

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A OKX pediu licença ao Banco Central para operar cripto no Brasil — e deu a largada na corrida regulatória das grandes exchanges. 🇧🇷🏁🧵

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O relógio está correndo: até 30 de outubro, empresas que oferecem serviços com criptoativos no país precisam protocolar o pedido para virar uma SPSAV, a prestadora de serviços de ativos virtuais.

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Quem ficar de fora não poderá continuar operando no mercado brasileiro. Não é só burocracia: a autorização envolve governança, capital mínimo e controles de compliance.

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Na prática, a regra tenta responder a uma pergunta que todo investidor já fez: se uma exchange tiver problemas, onde estão os recursos dos clientes — e como provar que eles existem?

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A Resolução 520 exige segregação patrimonial, contas individualizadas em reais via parceiro bancário e prova de reservas verificável on-chain. Mais transparência, menos espaço para misturar dinheiro de clientes e da empresa.

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A OKX aparece como a 4ª maior exchange do Brasil em volume de 24 horas, atrás de Binance, Foxbit e BrasilBitcoin. Seu pedido pode sinalizar como as gigantes globais vão se adaptar ao novo cenário nacional.

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Outras empresas já estão na fila do BC, como Transfero, Mazzera, PFPay e Wynx. A emissora da stablecoin BRLV, Crown, também protocolou seu pedido. Mas houve indeferimento: a Higher Global não passou.

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O mercado cripto brasileiro entra numa fase mais adulta: inovação continua, mas precisa vir acompanhada de proteção ao usuário e regras claras. Para exchanges, licença deixa de ser diferencial — passa a ser condição de sobrevivência.

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