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Resumo em 10 segundos

Bradesco aponta ausência de grandes fundos de pensão e soberanos na B3 — o que isso diz sobre riscos, governança e o futuro do capital no Brasil? 🇧🇷💸

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Investidor estrangeiro de longo prazo ainda não entrou na B3, diz Bradesco 🧐🧵 — falta a chegada de grandes fundos de pensão e soberanos, segundo George Costa e Silva. O capital paciente que poderia estabilizar o mercado ainda não apareceu.

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Resumo do problema: existe um grupo de investidores passivos que alocam via gestores locais — e esse fluxo simplesmente não se viu. Sem eles, a B3 depende mais de capital de curto prazo e isso aumenta volatilidade e custo de capital.

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Por que esses investidores não vêm? Possíveis motivos: percepção de risco fiscal e político, volatilidade cambial, governança corporativa ainda heterogênea, ofertas indexadas limitadas e preocupações ESG. Tudo isso pesa nas decisões de fundos soberanos e de pensão.

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O que ganhamos com a entrada desses players? Capital de longo prazo, menor custo para projetos de infraestrutura e transição verde, pressão por melhores práticas de governança e mais estabilidade para investidores domésticos — potencial avanço para inclusão e sustentabilidade.

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O que o mercado e o país precisam fazer para atrair esse capital paciente: fortalecer regras claras, transparência, melhorar governança corporativa, ampliar produtos passivos (ETFs, índices locais), e sinalizar previsibilidade regulatória e fiscal.

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Mas não é só festa: a chegada massiva de fundos estrangeiros também exige contrapesos — evitar concentração excessiva, proteger atores locais e garantir que exigências de investidores não prejudiquem direitos trabalhistas ou prioridades sociais. Regulação equilibrada é chave.

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Reflexão final: investidores de longo prazo só aportam quando veem previsibilidade e mercados profundos. Se queremos capital para infraestrutura, energia limpa e para democratizar o acesso a investimentos, é preciso sinal político-econômico claro — e menos improvisação.

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