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Resumo em 10 segundos

🚌 Transporte coletivo dominou um dos momentos mais tensos do debate no Acre. Entenda as acusações, as respostas e o que está em jogo para quem depende do ônibus.

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🚌 O transporte público de Rio Branco foi o tema mais tenso do debate da TV Gazeta. Eudo Raffael cobrou Tião Bocalom pelos problemas no sistema de ônibus durante sua passagem pela Prefeitura. Entenda o embate 🧵

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1/ Primeiro, o ponto central: Eudo associou Bocalom à crise do transporte coletivo da capital. Em cidades como Rio Branco, discutir ônibus é discutir acesso ao trabalho, à escola, à saúde e à vida urbana de milhares de passageiros.

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2/ Bocalom respondeu negando irregularidades. Disse não ter recebido, até então, notificação do Tribunal de Justiça sobre os fatos citados e resumiu sua defesa com a frase: “Minhas mãos são limpas”.

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3/ O candidato também afirmou que ele próprio encaminhou denúncias envolvendo o setor aos órgãos de fiscalização e investigação, citando o Ministério Público Federal e o Instituto Federal. A tese dele: possíveis irregularidades precisam ser apuradas.

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4/ Aqui vale separar as coisas: denúncia, investigação e condenação não são sinônimos. Uma denúncia pode abrir apurações; só o processo, com provas e direito de defesa, define responsabilidades. Transparência é essencial em contratos de ônibus.

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5/ Bocalom disse que os problemas são anteriores e questionou a origem de uma empresa que passou a operar no transporte de Rio Branco. Ele defendeu investigação para esclarecer se houve irregularidades — e quem eventualmente responde por elas.

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6/ A tarifa também entrou na discussão. Bocalom afirmou que, em sua gestão, o valor caiu de R$ 4 para R$ 3,60. Mas preço é só parte da equação: usuários precisam de ônibus frequentes, seguros, acessíveis e que cheguem aos bairros.

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7/ O debate mostra por que mobilidade urbana exige fiscalização contínua, contratos claros e planejamento público. Para quem depende do coletivo, a pergunta decisiva não é só quem vence o embate: é quando o ônibus vai funcionar melhor.

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E aí, o que você achou?

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