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Resumo em 10 segundos

No domingo do 1º turno, a tarifa zero mudou o ritmo dos ônibus de Santo André: movimento cresceu 57% e aproximou a cidade dos números de 2024. 🚌🗳️

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Em um domingo normalmente mais quieto, os ônibus de Santo André ganharam outro ritmo: com transporte gratuito no 1º turno, o sistema levou 56.670 passageiros — alta de 57% no movimento. 🚌🗳️ 🧵

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A cena se repetiu pela cidade: gente indo votar, famílias juntas, trabalhadores em escala e moradores que dependeriam de uma passagem para chegar à seção eleitoral. Naquele domingo, a catraca deixou de ser obstáculo.

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O total de 56.670 passageiros ficou próximo ao observado nas eleições municipais de 2024. Não é só uma estatística de operação: é um sinal de que, quando a viagem não pesa no bolso, mais pessoas usam a rede.

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Para o transporte coletivo, a eleição também vira um teste real. Há picos concentrados em poucas horas, linhas mais cheias e necessidade de frota, informação e frequência compatíveis com a demanda.

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A gratuidade dominical não resolve todos os desafios da mobilidade — como espera, lotação e cobertura dos bairros —, mas reduz uma barreira concreta em um dia decisivo para a democracia.

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Os 57% a mais ajudam a contar uma história simples: acesso ao ônibus influencia acesso à cidade. Planejar transporte público como serviço essencial também é planejar participação, autonomia e direito ao voto.

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Em Santo André, 56.670 embarques no 1º turno mostram que uma política tarifária, mesmo por um dia, pode mudar o caminho até a urna. O próximo debate é transformar essa evidência em planejamento permanente e bem financiado.

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