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🚌 A Defensoria quer garantir transporte coletivo gratuito e informação clara de rotas no dia da votação. Mobilidade também é acesso à democracia.

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🚌 Transporte público gratuito nas eleições de 2026 pode ganhar reforço nacional: a Defensoria Pública da União pediu ao TSE fiscalização das linhas e divulgação de rotas e horários antes da votação. Mobilidade é parte do caminho até a urna. 🧵

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O pedido mira o 1º turno, em 4 de outubro, e um eventual 2º turno, em 25 de outubro. A referência é garantir transporte urbano e intermunicipal sem tarifa, com frequência compatível à de dias úteis.

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Na prática, a proposta é simples e poderosa: TREs verificariam se estados, municípios e DF informaram como será a operação. Itinerários e horários precisam chegar ao eleitor com antecedência — informação clara evita viagem perdida.

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Se houver corte de linhas, redução de frota ou interrupção do serviço, a sugestão é acionar os gestores e comunicar Ministério Público Eleitoral e unidades da DPU. É uma forma de transformar regra em serviço real na rua.

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O foco recai especialmente sobre periferias, regiões metropolitanas e cidades onde o deslocamento até o local de votação pode ser longo e caro. Uma rede de ônibus acessível ajuda a reduzir barreiras para quem mais depende do coletivo.

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O desafio é relevante: a abstenção no 1º turno passou de 17,7% em 2002 para 20,9% em 2022. Transporte gratuito não resolve tudo, mas remove um obstáculo concreto — e deixa a mobilidade urbana mais próxima das pessoas.

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