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Filas, suposta redução de veículos e ações na Justiça Eleitoral colocaram o transporte público no centro do 2º turno. 🚌🗳️

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Ônibus viraram um dos pontos críticos do 2º turno: eleitores relataram filas e dificuldade para chegar às urnas em SP, Bahia e Sergipe. Em Salvador, a Justiça mandou restabelecer 100% da frota. 🚌🗳️🧵

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Em São Paulo, a coligação de Lula denunciou que a operação estaria em cerca de 60% da frota. O pedido à Justiça incluiu retorno imediato dos ônibus, dados por região e empresa operadora e multa em caso de descumprimento.

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A questão não é só operacional. Menos ônibus significa mais espera, lotação e gasto para quem precisa recorrer a alternativas. O impacto tende a ser maior nas periferias, onde o deslocamento até a seção eleitoral já costuma ser longo.

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O TRE-SP encaminhou a denúncia à 1ª Zona Eleitoral. Em Salvador, a determinação foi mais dura: 100% da frota e ordem de prisão em flagrante do secretário de Mobilidade, segundo a decisão relatada. Alegações precisam de apuração, mas a resposta rápida é decisiva.

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Em Sergipe, passageiros que saíam de Aracaju rumo ao interior relataram demora e filas no transporte intermunicipal. O governo estadual negou redução da frota. É o retrato de um problema recorrente: sem dados públicos em tempo real, versões disputam espaço com a experiência de quem espera.

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Eis o ponto central: transporte público em dia de eleição não pode ser tratado como detalhe logístico. Frota, frequência e fiscalização são infraestrutura democrática. Transparência operacional e planejamento prévio reduzem a chance de que o caminho até a urna vire uma barreira.

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