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Resumo em 10 segundos

Filas, chuva e esperas de até 3 horas marcaram o transporte em São Paulo no dia da eleição — mas a solidariedade de moradores também apareceu. 🚌🗳️

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Ônibus parados, terminais lotados e pessoas esperando até 3 horas para votar em São Paulo 🚌🗳️ No dia do segundo turno, a mobilidade virou um obstáculo real em várias regiões da capital. 🧵

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No Terminal Varginha, no extremo sul, moradores relataram espera de até 3 horas por um coletivo. Em Santana, Jardim Ângela e na Estrada M’Boi Mirim, filas cresceram sob chuva e com poucos veículos circulando.

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A cena no entorno do Terminal Santana chamou atenção: ônibus estacionados, passageiros aguardando e a chuva apertando. Transporte público não é detalhe em eleição — é a ponte concreta entre a população e seu direito de votar.

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Também houve relatos na Vila Zilda, Zona Norte, de motoristas que não queriam sair para levar passageiros aos locais de votação. O PT levou à Justiça Eleitoral uma denúncia de que a cidade operava com só 60% da frota.

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Diante do problema, a solidariedade entrou em cena: um casal ofereceu caronas perto do Terminal Santana após ver as filas. A iniciativa é inspiradora, mas não deveria substituir um serviço público confiável e planejado.

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A prorrogação da votação até as 19h pelo STF ajudou a ampliar a chance de participação. O episódio reforça uma lição essencial: frota, fiscalização e informação em tempo real precisam funcionar especialmente nos dias decisivos.

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Mobilidade também é democracia. Quando o ônibus circula com qualidade, quem mora longe ganha tempo, segurança e acesso pleno à cidade — inclusive às urnas. Que essa experiência acelere soluções melhores para toda São Paulo. 🚍✨

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