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Resumo em 10 segundos

A inteligência artificial já conversa com máquinas e dados do sistema elétrico brasileiro. Agora, o desafio é coordenar esses novos “colegas” com segurança. ⚡🤖

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⚡🤖 O ONS, que ajuda a coordenar o sistema elétrico brasileiro, está entrando na era da IA agêntica — sistemas capazes de executar tarefas de forma mais autônoma. E a mudança já começou com infraestrutura da AWS. 🧵

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A história começa com um problema moderno: a chamada “Shadow IA”. Agentes e ferramentas de inteligência artificial surgem nas rotinas de trabalho antes mesmo de serem oficialmente mapeados, integrados e protegidos.

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Carlos Alexandre Prado, assessor executivo da diretoria de TI e regulação do ONS, resume o novo cenário: antes, o elo mais fraco da segurança era o usuário final. Agora, é preciso descobrir se esse usuário é humano… ou um agente de IA.

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Não se trata de erguer um muro em volta da tecnologia. A estratégia, segundo o ONS, é contenção: coordenar os agentes, reduzir riscos e acelerar a resposta caso um incidente aconteça. Em infraestrutura crítica, segundos contam.

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No centro dessa transição está o Thiago, IA generativa criada para tornar os dados do ONS consultáveis em linguagem natural. Em vez de navegar por bases complexas, equipes podem perguntar — e receber respostas contextualizadas.

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O Thiago já soma mais de 4,5 milhões de arquivos baixados e está sendo integrado às ferramentas do operador. O próximo capítulo: ajudar a interpretar os extensos Procedimentos de Rede, regras essenciais para o funcionamento do sistema.

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IA no setor elétrico não é só automação: pode tornar informação técnica mais acessível e decisões mais ágeis. Mas, quanto mais agentes ganham espaço, maior precisa ser a transparência, a governança e a segurança por trás deles.

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A imagem é poderosa: uma IA que entende o contexto da rede elétrica e conversa com máquinas. O desafio agora é fazer essa inteligência trabalhar a favor da confiabilidade — sem transformar velocidade em vulnerabilidade. ⚡

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