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Tom Fletcher alerta para ataques a trabalhadores humanitários e defende regras internacionais com mais força prática. 🌍🕊️

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A diplomacia humanitária precisa ficar mais forte para proteger quem salva vidas em zonas de guerra, defendeu Tom Fletcher, da ONU. 🌍🕊️ Ele alertou: respeitar o Direito Internacional Humanitário não pode ser só discurso. 🧵

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Para Fletcher, essas regras são a “estrutura” que protege a humanidade nos conflitos: civis, hospitais, equipes médicas e trabalhadores humanitários não podem virar alvos. O desafio agora é fazer com que violações tenham consequências reais.

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O custo da omissão já é enorme: cerca de 1.000 colegas humanitários morreram, segundo o chefe de ajuda emergencial da ONU. Cada número representa profissionais que levavam comida, saúde e proteção a comunidades em situações extremas.

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Ele também citou 73 funcionários detidos no Iêmen e reforçou que acesso seguro à ajuda depende de pressão diplomática coordenada. Quando governos, organismos internacionais e sociedade civil atuam juntos, a proteção pode sair do papel.

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Outro alerta: tecnologias militares estão avançando rápido. Fletcher relatou ter visto em Kherson drones de cerca de US$ 300 capazes de matar civis e humanitários. A inovação precisa vir acompanhada de regras, responsabilidade e supervisão humana.

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A mensagem é dura, mas abre uma oportunidade clara: fortalecer a diplomacia, financiar a ação humanitária e aplicar o direito internacional de forma consistente. Proteger civis não é um favor em tempos de guerra — é uma obrigação compartilhada.

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