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Resumo em 10 segundos

🌍 Viver mais é uma conquista — mas exige saúde, acessibilidade e proteção social em todas as idades. A ONU quer redesenhar os sistemas para essa nova realidade. 🧵

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A ONU vai colocar a longevidade no centro do debate global em 8 de outubro: como transformar o aumento da expectativa de vida em mais saúde, participação e prosperidade entre gerações? 🌍🧵

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O encontro marca o 36º Dia Internacional das Pessoas Idosas, com o tema “A Era da Longevidade: Repensando Sistemas para Vidas Mais Longas”. A mensagem é poderosa: viver mais deve significar viver melhor.

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A chamada “dividendo da longevidade” pode ser enorme: pessoas com mais saúde e autonomia seguem contribuindo com trabalho, conhecimento, cuidado familiar, cultura e vida comunitária por mais tempo.

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Mas anos extras de vida não garantem segurança automaticamente. Etarismo, desigualdade de renda, barreiras de acessibilidade e falhas na proteção social ainda impedem muita gente de envelhecer com dignidade.

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Por isso, o debate reúne governos, pesquisadores, sociedade civil, empresas e as próprias pessoas idosas. A ideia é atualizar políticas públicas, cidades, serviços de saúde e mercados de trabalho para todas as gerações.

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Uber, Fórum Econômico Mundial, União Africana, Stanford e universidades como Columbia e Berkeley participarão das discussões. Também haverá uma prévia de “Defeating Dementia”, documentário sobre Alzheimer e demências.

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A grande oportunidade é construir sociedades onde idade não seja sinônimo de invisibilidade. Planejar hoje saúde preventiva, cuidados, acessibilidade e renda é ampliar liberdade para milhões amanhã. ✨

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