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Resumo em 10 segundos

Lula vai à ONU para colocar Palestina, democracia e clima no centro do debate — com olho na COP30 em Belém. 🌎🕊️🌳 Hora de transformar discurso em avanço concreto para paz e transição justa.

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Em 23/9, Lula abre a 80ª Assembleia Geral da ONU em Nova York com três pautas fortes: Palestina, democracia e clima. Objetivo: incentivar mais países a reconhecerem o Estado palestino e aquecer os motores para a COP30 em Belém. 🌎🕊️🌱🧵

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O Brasil tradicionalmente inaugura os discursos na ONU. Lula deve reforçar multilateralismo, defesa da democracia e soluções coletivas para crises que atravessam fronteiras. Quando países cooperam, quem ganha é a gente: mais estabilidade, comércio justo e políticas públicas eficazes.

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Agenda-chave: conferência de alto nível sobre a Questão Palestina, convocada por França e Arábia Saudita. Posição brasileira: paz sustentável exige negociações em igualdade — e isso inclui capacidade estatal palestina. Brasil reconhece a Palestina desde 2010; hoje, são mais de 140 países.

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Clima no centro: com a COP30 em Belém se aproximando, Lula quer alinhar compromissos que tragam investimento verde, empregos dignos e proteção da Amazônia. Soluções climáticas inclusivas — com povos da região no debate — tornam a transição mais justa e eficiente para todos.

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Também entra na pauta a reconstrução de pontes democráticas: combater desinformação, fortalecer instituições e garantir direitos. Dar espaço ao Sul Global e evitar concentração de poder equilibram a mesa — abrindo portas para educação, saúde e tecnologia mais acessíveis.

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Se desta viagem saírem sinais claros por dois Estados e metas climáticas ambiciosas, 2025 pode virar o ano do reequilíbrio: paz com justiça e transição verde com inclusão. Olho vivo: de Nova York a Belém, o Brasil tem chance de articular consensos que viram resultados concretos.

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