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Três alertas humanitários da ONU expõem o custo civil dos conflitos: mortes, deslocamento, detenções e perda de moradia. 🌍

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Um possível ataque com drone matou ao menos 40 pessoas no estado do Nilo Azul, no Sudão, perto da fronteira com a Etiópia. Segundo relatos iniciais à ONU, a maioria das vítimas era de mulheres e meninas. 🌍🧵

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A região vive escalada de combates entre as Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês) e o governo sudanês. Os lados disputam cidades e bases estratégicas na fronteira, dentro da guerra que começou em abril de 2023.

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Nas últimas semanas, ataques contínuos forçaram milhares de civis a deixar suas casas no Nilo Azul. A ONU classificou os relatos como “horríveis” e reforçou: ataques deliberados contra civis violam o direito humanitário internacional.

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No sul da Síria, o escritório de direitos humanos da ONU registrou cerca de 280 incursões militares israelenses só em setembro — o maior total mensal de 2026 até agora. Há relatos de invasões domiciliares, restrições e detenções arbitrárias.

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A ONU afirma que 49 sírios podem permanecer sob custódia israelense, número ainda sem verificação independente. Ex-detidos relataram prisões sem justificativa, transferências a locais desconhecidos e denúncias de maus-tratos.

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Em Quneitra, um jovem de 22 anos foi morto perto de Al-Hamidiyah, segundo a ONU. Um agricultor com deficiência teria sido baleado na perna, detido enquanto sangrava e libertado cerca de 1h30 depois. O órgão pediu investigação imparcial.

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Em Gaza, a ONU Mulheres estima que quase 50 mil mulheres e meninas foram mortas ou ficaram gravemente feridas desde outubro de 2023: mais de 38 mil mortes e 11,7 mil sobreviventes com lesões incapacitantes. Conflitos deixam marcas desiguais e duradouras na população civil.

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