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Sam Altman confirmou: a empresa do ChatGPT vai além do software e mira corpos robóticos. 🤖

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A OpenAI confirmou que vai construir robôs humanoides 🤖 E não é só uma experiência de laboratório: Sam Altman disse que a empresa também fará “outros formatos”. A disputa pela IA acaba de ganhar braços, pernas e mãos. 🧵

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O ponto mais interessante? Para Altman, fazer o corpo do robô talvez seja a parte menos difícil. O grande desafio é criar o “cérebro”: uma IA que entenda o mundo real, planeje ações e controle a máquina com segurança.

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Isso é a tal IA física. Não basta responder perguntas como um chatbot: o robô precisa enxergar uma cozinha, pegar um copo sem quebrar, abrir uma porta, desviar de alguém e aprender com erros. No mundo real, tudo é bem mais bagunçado.

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Por que humanoide? A lógica é simples: cidades, casas, ferramentas e escritórios foram feitos para pessoas. Um robô com mãos, pernas e proporções humanas poderia usar teclado, operar máquinas e fazer tarefas sem exigir que todo o ambiente seja reformado.

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Mas a entrada da OpenAI aperta empresas de robótica. Até agora, muita gente fazia parceria com gigantes de IA para obter o “cérebro” dos robôs. Se essas gigantes passarem a fabricar também o corpo, viram parceiras e concorrentes ao mesmo tempo.

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A Figure AI parece ter enxergado esse risco cedo. A OpenAI investiu US$ 675 milhões na empresa em 2024, mas a colaboração terminou cerca de um ano depois: a Figure decidiu desenvolver sua própria plataforma de IA internamente.

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Já existe uma corrida enorme: Nvidia tem o projeto GR00T; Apptronik usa Gemini Robotics; Boston Dynamics integra IA ao hardware; e a Skild busca um modelo único para controlar vários robôs. A OpenAI agora entra de vez nesse tabuleiro.

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O robô em cada casa ainda parece distante. Antes, será preciso provar segurança, confiabilidade, custo e regras claras para uso em casas e trabalhos. A grande virada não será um humanoide andar: será ele realmente conseguir ajudar sem criar novos problemas.

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