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Resumo em 10 segundos

Redução do congelamento para R$ 7,7 bi expõe trade-offs: investimentos cortados para fechar conta pública 🧾

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Governo reduz para R$ 7,7 bi o congelamento de despesas 🧾🧵 Resultado: R$ 4,4 bi bloqueados e R$ 3,3 bi contingenciados. Números frios, decisões quentes — e que afetam serviços, investimentos e prioridades do país.

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Era uma vez o Orçamento: para fechar as contas, o governo cancelou R$ 3,8 bi em despesas discricionárias — aquelas que financiam ciência, cultura, obras e programas de inclusão. É o mesmo que adiar futuro para tapar buraco hoje.

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Ao mesmo tempo, o contingenciamento pulou de zero para R$ 3,3 bi por causa da piora nas projeções fiscais. Menos previsibilidade significa mais remendos ao longo do ano — planejamento de longo prazo fica em xeque.

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No mapa de impactos: universidades com menos recursos, projetos ambientais e de desenvolvimento locais travados, repasses a municípios pressionados. Quem paga a conta são serviços públicos e oportunidades para comunidades mais vulneráveis.

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Há escolhas — e alternativas. Transparência nos critérios, priorizar gastos que promovam inclusão e emprego, revisar benefícios regressivos e fortalecer arrecadação justa. Política fiscal também é escolha de justiça social.

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O resumo é cru: R$ 3,8 bi cancelados, R$ 4,4 bi bloqueados e R$ 3,3 bi contingenciados — total R$ 7,7 bi. Gestão responsável passa por explicar prioridades e proteger os mais afetados. Que prioridades queremos defender?

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