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📊 PIB, inflação, dólar e Selic ficaram piores que o previsto na maior parte dos Orçamentos analisados. Entenda o efeito no bolso e nas contas públicas.

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A economia ficou pior do que o previsto pelo governo em 67,5% dos casos analisados nos Orçamentos de 2017 a 2026. 📊 Isso envolve PIB, inflação, dólar e Selic — quatro variáveis que definem quanto o Estado espera arrecadar e gastar. 🧵

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Primeiro, o básico: o PLOA é o Projeto de Lei Orçamentária Anual. Ele vai ao Congresso até 31 de agosto e transforma previsões econômicas em números para saúde, educação, investimentos, benefícios e pagamento de juros.

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O maior desencontro foi no câmbio: o dólar médio ficou acima do projetado em 8 dos 10 anos. Dólar mais caro pode pressionar preços de produtos importados, combustíveis e insumos usados por empresas.

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A inflação, medida pelo IPCA, superou a previsão em 7 ocasiões. Quando os preços avançam mais que o esperado, famílias perdem poder de compra — e o governo precisa recalcular despesas que acompanham a inflação.

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A Selic média ficou acima da estimativa em 6 anos. Na prática, juros maiores encarecem crédito para empresas e consumidores e elevam a conta de juros da dívida pública, reduzindo a folga no Orçamento.

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O PIB também cresceu menos que o previsto em 6 dos 10 anos. Menos atividade econômica costuma significar menor arrecadação. Com receitas abaixo do plano, cumprir metas fiscais e preservar serviços públicos fica mais difícil.

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Para 2027, o mercado já vê crescimento menor e inflação maior que as premissas do governo no PLOA. Previsão nunca é certeza, mas transparência e cenários realistas ajudam a evitar cortes improvisados — e seus custos sociais.

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