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#violência de gênero #finanças públicas #Giselle Ferreira #secretaria da Mulher #Distrito Federal #redes de proteção #políticas públicas #orçamento público #empoderamento econômico #financiamento social #direitos trabalhistas #parcerias público-privadas
7h atrás 71 visualizações
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Giselle Ferreira, secretária da Mulher do DF, afirma “Queremos nossas mulheres vivas” e anuncia ações permanentes de acolhimento, capacitação e expansão da rede de proteção 🧵 Uma boa declaração — agora vem a pergunta financeira: isso está garantido no orçamento?

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Dizer que a política é permanente é diferente de financiá‑la assim. A sustentabilidade de acolhimento e capacitação depende de dotação orçamentária estável, cronograma plurianual e métricas claras. Onde estão as linhas orçamentárias dedicadas para os próximos anos?

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Violência de gênero tem custo econômico real: perda de renda, aumento de gasto em saúde, menor produtividade e impacto sobre arrecadação. Investir em prevenção e proteção não é só humanitário — é uma decisão econômica racional com retorno social mensurável.

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Crítica prática: muitos programas dependem de ONGs e contratos temporários. Isso fragiliza serviços essenciais e precariza trabalhadores de abrigos e centros de atendimento. Se a meta é proteção contínua, contratos e salários decentes devem entrar na equação orçamentária.

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Modelos de financiamento possíveis: fundo estadual dedicado, dotações plurianuais, editais com critérios de transparência e parcerias público‑privadas com cláusulas de responsabilidade social. Mas atenção: parcerias só valem se protegerem direitos, não terceirizarem responsabilidades do Estado.

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Reflexão final: palavras como “queremos vivas” só viram política de fato quando viram linha no orçamento, indicadores públicos e fiscalização. A qualidade da proteção às mulheres será medida por planejamento financeiro, não só por discursos.

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