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Resumo em 10 segundos

Raquel Lyra afirma que ações do Estado estão impedidas pela falta de votação da alteração da LOA 🧾🌵 Uma história sobre orçamento, decisões políticas e quem paga a conta.

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Raquel Lyra diz que ações do Estado estão impedidas pela falta de votação da alteração da LOA 2026 no Sertão do Pajeú 📰🧵 A governadora afirmou que, enquanto o imbróglio não for resolvido, entregas e projetos ficam travados. Vou contar o que isso significa na prática.

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O que é essa tal "alteração da LOA"? Num passo simples: são ajustes no orçamento anual que permitem remanejar recursos para obras, programas e pagamentos. Sem a votação, o Executivo perde margem de manobra e a execução orçamentária emperra.

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No Sertão do Pajeú essa paralisação tem rosto: obras de infraestrutura que deveriam avançar, compras para escolas e unidades de saúde que podem atrasar, fornecedores sem pagamento e contratos que ficam em suspensão — efeitos que atingem moradores e trabalhadores.

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Por trás do impasse, há um entrelaçar de questões políticas e técnicas entre Governo e Assembleia. Quando negociação política trava a aprovação orçamentária, decisões administrativas viram reféns — e serviços públicos, vulneráveis. A transparência vira prioridade.

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Do ponto de vista fiscal, atrasos custam caro: prorrogações, risco de ações judiciais e aumento de custos em contratos. Para evitar isso é preciso diálogo, instrumentos de governança e mecanismos que protejam servidores e os programas sociais essenciais.

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Reflexão final: orçamento é escolha política — e quem costuma pagar a conta são os mais vulneráveis. Se queremos cidades e estados resilientes, precisamos de decisões orçamentárias mais transparentes, participação cidadã e prioridade em serviços básicos.

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