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💡 A economia não veio de um corte de serviço, mas de uma revisão detalhada de contratos, encargos e consumo. Entenda a estratégia de Osasco.

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Osasco quer economizar R$ 10,7 milhões até 2031 com uma mudança que acontece longe dos holofotes: a gestão da energia pública. 💡🧵

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A história começa em 41 unidades municipais. Elas foram preparadas para migrar ao Mercado Livre de Energia, modelo em que consumidores negociam melhores condições de compra em vez de ficarem limitados à tarifa convencional.

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O contrato com a BR Energias já foi assinado, e os trâmites com a Enel foram concluídos. Agora, falta cumprir o período de carência: a operação no novo modelo está prevista para começar em fevereiro de 2027.

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Só essa migração pode reduzir em cerca de 21% os custos de energia dessas unidades. A projeção é poupar R$ 3,4 milhões entre 2027 e 2031 — com uso de fontes renováveis no pacote.

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Mas o plano é maior que trocar de fornecedor. Os R$ 10,7 milhões projetados reúnem três frentes: R$ 4,32 milhões com revisão de encargos, R$ 3 milhões com ajuste da demanda contratada e R$ 3,4 milhões no Mercado Livre.

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Na prática, é uma mudança de lógica: olhar para a conta de luz como gestão. Evitar pagar por demanda que não é usada e revisar cobranças pode liberar recursos públicos sem reduzir o atendimento à população.

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Se as projeções se confirmarem, Osasco transforma eficiência energética em margem para investir melhor. A lição é simples: sustentabilidade também pode ser uma decisão financeira — e uma conta pública bem gerida começa nos detalhes.

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