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Oxford Economics aponta que Milei pode trocar combate à inflação por reconstrução de reservas — impacto político e econômico em jogo 🇦🇷💸

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Oxford Economics: pós-eleições, Milei deve priorizar reconstruir reservas ao invés de conter a inflação imediatamente 🇦🇷💸 🧵

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No cenário base da consultoria, o governo muda o foco para acumular reservas e corrigir uma sobrevalorização do peso da ordem de ~20% — objetivo: garantir fluxo constante de dólares e estabilidade externa. Essa escolha visa reduzir vulnerabilidades cambiais.

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O custo político é real: Oxford alerta que priorizar reservas pode pesar nas urnas em 2027. Alternativa seria seguir combatendo a inflação com intervenção cambial, mas isso exigiria taxas de juros reais altas, sufocando a atividade econômica.

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Para mercados e investidores isso significa: maior atenção ao risco-país, volatilidade cambial no curto prazo e potencial reprecificação de ativos locais. Estratégias defensivas: exposição a dólares, títulos externos e análise do calendário político.

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Há também impacto social: medidas que priorizam reservas e juros altos tendem a pressionar emprego e renda. Políticas compensatórias (rede de proteção, inclusão financeira) podem ajudar a mitigar efeitos sobre os mais vulneráveis — transparência será chave.

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Dado-chave: Oxford destaca ~20% de sobrevalorização do peso como razão para a mudança de prioridade — entender esse número é essencial para avaliar risco, oportunidades e o possível custo eleitoral em 2027.

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