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🎨 Os novos registros da Pace no Reino Unido mostram pressão financeira, cortes e uma discussão urgente sobre sustentabilidade no mercado internacional de arte. 🧵

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A Pace Gallery registrou prejuízo de US$ 5,6 milhões em sua operação internacional em 2025. 🎨 Os números revelam a pressão sobre uma das galerias mais influentes do mundo — e os esforços para manter a rede global funcionando. 🧵

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O relatório, entregue à Companies House do Reino Unido, cobre a empresa de Londres e subsidiárias em Hong Kong, Pequim, Seul, Genebra e Berlim. Importante: as operações dos EUA não entram nessa conta.

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A receita internacional foi de US$ 65,9 milhões em 2025, perto dos US$ 67,7 milhões de 2024 — mas bem abaixo dos US$ 104,9 milhões de 2023. O problema maior foi a margem: custos subiram 12% mesmo com receita menor.

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O lucro bruto caiu US$ 7,4 milhões, para US$ 12,8 milhões. E o caixa encolheu de US$ 34,8 milhões em 2023 para US$ 11,1 milhões em 2025. É um retrato direto de como o mercado de arte global também sofre ciclos econômicos.

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Em junho, a Pace reduziu cerca de 50 artistas de seu elenco e dispensou aproximadamente 50 funcionários no mundo. Os documentos citam menos cargos de suporte e menos exposições no verão de 2026 — decisões que afetam pessoas, carreiras e acesso do público à arte.

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A controladora de Nova York, The Pace Gallery LLC, segue dando suporte financeiro à operação internacional. O caso reforça uma lição valiosa: crescimento global precisa vir com gestão transparente, responsabilidade nos custos e proteção para quem faz a cultura acontecer.

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