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Tarifas, fim do de minimis e burocracia alfandegária estão complicando importações — e, em alguns casos, UPS e outras acabam destruindo pacotes 🧵

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UPS e outras transportadoras estão descartando pacotes porque não conseguem obter as informações necessárias para liberar na alfândega — resultado direto da última onda de tarifas e do fim da regra de de minimis 🧵

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Explica rápido: até 29 de agosto havia a tal da regra de de minimis (isenção pra pacotes até US$800). Com ela acabada, cargas pequenas passaram a precisar de documentação e tarifas — e nem sempre quem envia ou o vendedor consegue fornecer tudo.

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Tarifas extras foram impostas ou aumentadas em produtos como aço, alumínio e, mais recentemente, madeira (móveis estofados, armários de cozinha). Além disso, certas origens — Canadá, China, México e Índia — sofreram sobretaxas, incluindo um aumento até 50% em alguns casos.

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O problema prático: transportadoras (UPS, FedEx, DHL Express) ficam tentando obter dados fiscais, códigos HS e notas. Quando não conseguem, o custo de devolver ou armazenar compensa pouco — aí, às vezes, a saída é simplesmente descartar. Resultado: perda pra quem comprou e... mais lixo.

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Isso pesa mais sobre pequenos vendedores e empreendedores que vendem globalmente — também afeta consumidores, cadeias sustentáveis e trabalhadores do transporte. Regulação e transparência importam: políticas que protejam indústria não podem punir quem tenta empreender ou reduzir o desperdício.

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Dicas práticas: quem importa precisa checar códigos HS, notas fiscais claras, trabalhar com despachantes aduaneiros e avisar transportadora antes do envio. Vendedores internacionais devem informar tarifas possíveis no checkout pra evitar surpresas pro cliente.

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No fim, a história é sobre equilíbrio: tarifas são ferramenta de política econômica, mas precisam andar lado a lado com processos claros e suporte pra pequenos atores. Senão quem paga o preço são consumidores, empreendedores e o meio ambiente. Vale pensar nisso.

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