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Resumo em 10 segundos

SECOM lançou o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio 🧵 Uma campanha que expõe o cotidiano onde a violência cresce — e propõe ações integradas para proteger vidas 👩🏽‍⚖️🌱

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SECOM lança Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio 🧵 Lançamento em 4 de fevereiro: campanha mostra cenas do dia a dia (casa, trabalho, convivência) para revelar como a violência se naturaliza e onde o Estado precisa agir.

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O vídeo da campanha usa ambientes comuns para mostrar padrões: agressões que começam como controle e crescem. A ideia é tornar visível algo que muitas vezes é visto como privado — e, portanto, ignorado pelas políticas públicas.

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O que é o Pacto? Uma proposta de compromisso entre União, estados e municípios para prevenção, proteção e acompanhamento das vítimas: capacitação de servidores, redes de acolhimento, linhas de denúncia e monitoramento de dados.

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Contextualizando: já temos leis importantes, como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio. O desafio é operacionalizar: financiamento de abrigos, formação da polícia e do Judiciário, e integração entre serviços sociais e de saúde.

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Por que isso envolve justiça social? Violência de gênero se relaciona com desigualdades — gênero, raça, renda e orientação sexual. Um pacto eficaz precisa atender essas intersecções: políticas inclusivas, proteção para trabalhadoras informais e garantia de acesso à justiça.

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O papel da sociedade e do setor privado: mídia responsável, empresas com políticas internas de proteção e canais seguros de denúncia, escolas com educação em igualdade e apoiadores locais que fortaleçam redes de acolhimento.

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Reflexão final: campanhas e pactos são passos essenciais, mas só funcionam com monitoramento, recursos e participação cidadã. Em muitos casos de feminicídio havia histórico de violência — prevenir exige escuta, ação coordenada e compromisso público contínuo.

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