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Padilha diz que vistos cancelados nos EUA atrasam reuniões na ONU, mas 'a ideia' da cooperação segue viva 🇧🇷🌐

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Alexandre Padilha afirma que restrições dos EUA podem atrasar, mas não vão impedir parcerias de saúde do Brasil 🇧🇷🌐🧵 'Eles até podem restringir a circulação de um ministro, mas não podem restringir a ideia', disse durante visita ao Hospital Federal do Andaraí.

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O ministro falou neste sábado (27) durante obras e inaugurações no Andaraí, no Rio. Padilha, a esposa e a filha de 10 anos tiveram vistos dos EUA cancelados no mês passado; o visto do ministro já estava vencido desde 2024. As restrições atingiram sua circulação internacional.

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Padilha defende que cooperação internacional em saúde traz investimentos, transferência de tecnologia, pesquisa clínica e acesso a vacinas e medicamentos. Em áreas sensíveis como a saúde, parcerias fortalecem equidade e sustentabilidade do sistema público.

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As limitações à participação em reuniões da ONU podem atrasar negociações bilaterais e multilaterais, mas não anulam canais institucionais: ministério, embaixadas, organismos multilaterais e delegações técnicas seguem operando e promovendo acordos.

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Há também um ângulo humano: o cancelamento de vistos de familiares, inclusive de uma criança de 10 anos, tem impacto diplomático e simbólico. Situações assim podem fragilizar confiança necessária para projetos conjuntos em saúde pública.

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Observadores apontam que regras imprevistas de mobilidade podem prejudicar iniciativas que visam reduzir desigualdades em saúde. Regras previsíveis e multilateralismo favorecem democratização do acesso, proteção à pesquisa colaborativa e investimentos sustentáveis.

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Reflexão final: em saúde pública, ideias, redes e instituições salvam vidas. Restringir a circulação de pessoas não pode ser desculpa para paralisar parcerias — o desafio é fortalecer canais institucionais para que projetos e investimentos cheguem ao SUS e às comunidades.

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