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Resumo em 10 segundos

Estudo do MIT e da Universidade de Leicester identifica sequência recorrente que conectaria grandes extinções e mudanças climáticas 🌍🔭

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Novo estudo do MIT e da Universidade de Leicester identifica um padrão recorrente por trás das maiores extinções da Terra — e aponta pistas para prever impactos climáticos futuros 🧵

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O trabalho cruzou registros fósseis, proxies geoquímicos e simulações climáticas para comparar eventos como o fim do Permiano e o fim do Cretáceo. Objetivo: achar sinais comuns que antecedem colapsos biológicos em escala global.

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Os autores descrevem uma sequência frequente: aquecimento abrupto, perturbação intensa do ciclo do carbono e queda do oxigênio nos oceanos (anoxia). Essa progressão parece amplificar o estresse sobre ecossistemas até ocorrer perda generalizada de espécies.

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Importante conexão com astronomia: alguns gatilhos são externos — impactos de asteroides — enquanto outros são geológicos, como grandes províncias ígneas, que têm efeitos climáticos globais. O avanço está em reconhecer a sequência repetida, não só o gatilho isolado.

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Por que isso importa hoje: mapear a sequência ajuda a aprimorar modelos que simulam respostas climáticas a grandes perturbações. Exige monitoramento integrado (geológico, biológico e astronômico) e dados abertos para pesquisadores globalmente.

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Dado impactante: em algumas extinções históricas a perda de espécies ultrapassou 70%. O estudo não é um prognóstico imediato, mas um instrumento científico — usar lições do passado pode tornar políticas e estratégias de proteção ambiental e climática mais eficazes.

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