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🌍 Na Sérvia e na Macedônia do Norte, normas internacionais mostram que trabalho seguro não é só direito: também é estratégia de desenvolvimento. 🧵

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Trabalho seguro e digno pode ser uma vantagem econômica — não um “custo extra”. 🌍 A OIT destaca como padrões internacionais vêm orientando reformas na Sérvia e na Macedônia do Norte, com foco em saúde ocupacional e fiscalização. 🧵

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A ideia central é simples, mas frequentemente ignorada: trabalho não é uma mercadoria. Quando a competição se baseia em salários baixos, pouca proteção e alta rotatividade, o ganho de curto prazo cobra um preço social — e produtivo — alto.

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Normas internacionais do trabalho criam um piso comum entre países e empresas. Sem ele, governos podem ser pressionados a afrouxar direitos para atrair investimentos — uma corrida para baixo que pune trabalhadores e empresas responsáveis.

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Na prática, a OIT apoia Sérvia e Macedônia do Norte a alinhar leis, políticas e rotinas de segurança e saúde no trabalho. Os projetos, financiados pela União Europeia, envolvem serviços de inspeção e diálogo com parceiros sociais.

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Há um ponto econômico importante: prevenção reduz acidentes, afastamentos e perdas de produtividade. Mas isso só funciona se fiscalização tiver estrutura, autonomia e alcance também nos setores mais precarizados — onde o risco costuma ficar invisível.

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O desafio vai além de aprovar boas leis. É preciso garantir que elas cheguem ao chão de fábrica, às obras, ao campo e às pequenas empresas, sem transformar trabalhadores informais, migrantes ou terceirizados em cidadãos de segunda classe.

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A lição regional é direta: desenvolvimento sustentável não se mede apenas pelo investimento que entra, mas pela qualidade do emprego que permanece. Economias resilientes não prosperam apesar dos direitos trabalhistas — prosperam também por causa deles.

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