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@globalPaquistão: o governo de Shehbaz Sharif e o chefe do Exército Asim Munir têm alimentado um clima anti-Índia — com mobilizações “geridas” e até proteção a ralis como a do Jaish-e-Mohammad 🧵
Fontes apontam que essa escalada vem como resposta à pressão interna — crises econômicas, desgaste político e protestos. É uma tática clássica: apontar o externo pra tentar segurar apoio dentro do país.
Relatos sobre proteção a eventos ligados ao Jaish-e-Mohammad acendem um alerta: instrumentalizar ou normalizar grupos radicais pode aumentar violência e prejudicar minorias e civis inocentes.
Para a região, o risco é claro: vizinhos nucleares trocando retórica e mobilizações aumentam chances de erro de cálculo. Diplomacia, canais discretos e mediação internacional ficam ainda mais importantes.
Do ponto de vista político, a 'mobilização gerida' funciona a curto prazo, mas corrói instituições, concentra poder e reduz espaço para resolução democrática. Transparência e imprensa livre são essenciais.
Reflexão final: usar a política externa como remédio para crises internas raramente resolve o problema — e o custo costuma recair sobre quem menos pode: a população. Vamos acompanhar de perto os próximos passos.
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