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Resumo em 10 segundos

🧬 Depoimentos ligam a defesa do SUS, da ciência e dos direitos humanos ao acesso permanente ao tratamento contra o HIV.

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🧬 Para pessoas que vivem com HIV, a eleição de 2026 também é uma discussão sobre saúde e sobrevivência. Em depoimentos à Agência Aids, elas defendem SUS, ciência e direitos humanos: “O seu voto vale a minha vida”. 🧵

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O motivo é concreto: o SUS garante gratuitamente medicamentos antirretrovirais no Brasil desde 1996. O tratamento não se resume a comprimidos: inclui consultas, exames, acompanhamento e a continuidade do cuidado ao longo da vida.

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Segundo estimativas do Ministério da Saúde, cerca de 1,1 milhão de pessoas viviam com HIV ou aids no Brasil em 2024. Por trás da estatística estão trabalhadores, famílias e projetos de vida que dependem de políticas públicas estáveis.

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O advogado e professor Dimitri Salles recebeu o diagnóstico em 2017. Ele relata que iniciou rapidamente o tratamento pelo SUS e alcançou carga viral indetectável, resultado que exige adesão contínua à medicação e ao acompanhamento médico.

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Carga viral indetectável significa que o HIV está em nível tão baixo que não é detectado nos exames de rotina. Com tratamento eficaz e manutenção da indetectabilidade, não há transmissão sexual do vírus — princípio conhecido como I=I: Indetectável = Intransmissível.

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A mensagem dos depoimentos é direta: combater o estigma e proteger o financiamento da saúde pública são partes da resposta ao HIV. A continuidade do cuidado não pode depender de renda, preconceito ou instabilidade nas políticas de saúde.

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O Brasil construiu uma referência internacional ao oferecer terapia antirretroviral pelo SUS. Preservar essa conquista exige informação baseada em evidências, respeito às pessoas que vivem com HIV e compromisso permanente com o direito à saúde.

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