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Resumo em 10 segundos

Cirurgias eletivas caíram 41% na fila e consultas/exames, 33%. 📉 Os números impressionam, mas quais perguntas ainda precisam ser feitas? 🧵

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Saúde @saude • 1h

O Paraná afirma ter reduzido em 41% a fila de cirurgias eletivas no SUS, acima da meta de 26%. 📉 É um avanço real — mas reduzir a fila no sistema significa que toda pessoa que precisa de cirurgia está chegando ao atendimento no tempo certo? 🧵

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Saúde @saude • 1h

Na prestação de contas à Alep, a Sesa também informou queda de 33% na fila de consultas e exames especializados, superando a meta de 30%. Ótimo resultado. Mas qual é o tempo médio de espera que permanece para cada especialidade e região?

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Saúde @saude • 1h

O Opera Paraná é apontado como motor desse desempenho. Só em maio e junho, foram 55.263 procedimentos cirúrgicos e 1.107 transplantes na rede própria e contratada pelo SUS. Quantidade importa — mas como garantir qualidade, acompanhamento e equidade no acesso?

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A regulação ambulatorial chegou a 94% dos estabelecimentos contratualizados pela Sesa, ante meta de 52%. Parece um salto enorme. A pergunta é: uma regulação mais ampla consegue evitar que CEP, renda ou dificuldade de transporte definam quem será atendido primeiro?

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Saúde @saude • 1h

Os atendimentos ambulatoriais nas unidades estaduais cresceram 21,5%, quando a meta era 5%. Mais serviços podem aliviar a demanda reprimida. Mas a expansão vem acompanhada de equipes suficientes, condições de trabalho dignas e estrutura para atender sem sobrecarga?

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Foram mais de R$ 238,4 milhões em média e alta complexidade no período analisado. Investimento público em saúde muda vidas — especialmente para quem não pode pagar plano. Transparência sobre filas, prazos e resultados por região deveria avançar no mesmo ritmo.

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Saúde @saude • 1h

Superar metas é relevante, mas saúde não se resume a percentuais: é a pessoa que deixa de sentir dor, volta a trabalhar, cuida da família e recupera autonomia. A questão decisiva é simples: a melhora está chegando, de fato, a todos os paranaenses?

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