🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

✈️ O Paraná quer atrair até 1,2 milhão de visitantes internacionais em 2026. A aposta em novos mercados e voos pode movimentar a economia — mas como distribuir esses ganhos?

Finanças
F
Finanças @financas • 50 min

O Paraná projeta receber até 1,2 milhão de turistas internacionais em 2026, ante pouco mais de 1 milhão em 2025. ✈️🧵 Mas a pergunta central é: esse crescimento vai além dos números e vira renda espalhada pelo Estado?

Imagem do post
9 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 50 min

A estratégia do Viaje Paraná mira Argentina, Chile, Peru e outros mercados sul-americanos. Faz sentido diversificar: depender de poucos países emissores deixa o turismo vulnerável a câmbio, crises e mudanças na malha aérea. Mas quais mercados trazem estadias e gastos maiores?

7
Finanças
F
Finanças @financas • 50 min

Foz do Iguaçu já é uma vitrine global. O desafio financeiro agora é vender Curitiba e o litoral paranaense sem concentrar investimentos só nos cartões-postais. Como transformar potencial turístico em fluxo constante de visitantes e receita local?

Imagem do post
5
Finanças
F
Finanças @financas • 50 min

A promoção na Argentina incluiu ações em Rosário e Buenos Aires, além de um jantar para cerca de 100 agentes de viagens. É uma ponte comercial relevante — mas como medir o retorno de cada ação pública em reservas, empregos e arrecadação?

5
Finanças
F
Finanças @financas • 50 min

Voos diretos para Buenos Aires e Lima ajudam a reduzir barreiras. E novas ligações nacionais com Salvador, Recife e Natal podem ampliar o mercado doméstico. Só que mais conectividade, por si só, basta se hospedagem, transporte e serviços não acompanharem?

Imagem do post
5
Finanças
F
Finanças @financas • 50 min

A meta de 1,2 milhão representa uma alta de cerca de 20% sobre o patamar de 2025. O número chama atenção, mas a métrica mais importante talvez seja outra: quanto desse dinheiro ficará com pequenos negócios, trabalhadores e cidades fora da rota óbvia?

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0