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🛸 Tecnologia israelense em teste no Paraná monitora drones e pode assumir o comando para aterrissagens seguras. Entenda como funciona.

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🛸 O Paraná começou a testar uma tecnologia israelense capaz de detectar drones, localizar possíveis operadores e, em alguns casos, assumir o comando para fazê-los pousar com segurança. Entenda o sistema Sentrycs 🧵

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O teste ocorre na Academia Policial Militar do Guatupê, em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. A avaliação reúne Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica, Bombeiros e a Secretaria da Segurança Pública.

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Primeiro passo: o sistema “escuta” sinais de radiofrequência. Muitos drones trocam dados constantemente com o controle remoto — como posição, altitude, velocidade e comandos de voo. É por essa comunicação que a ferramenta os identifica.

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Com isso, a plataforma pode exibir em tempo real onde está o drone e, potencialmente, a posição de quem o opera. Isso ajuda a diferenciar um voo autorizado de uma aeronave que representa risco perto de áreas restritas ou multidões.

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A parte mais chamativa é a neutralização: se as condições permitirem e o modelo for compatível, o Sentrycs pode interferir no comando e conduzir o drone a um pouso seguro. Não é um recurso garantido para qualquer aparelho.

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Por que pousar em vez de derrubar? Destruir um drone no ar pode espalhar destroços, ferir pessoas e danificar estruturas. Uma aterrissagem controlada tende a reduzir esse risco — além de preservar evidências para investigação.

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Os usos estudados incluem proteção de instalações estratégicas, controle de áreas sensíveis e eventos grandes. Mas testes técnicos também precisam vir acompanhados de protocolos claros: quando acionar, como registrar a ação e como proteger dados coletados.

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Importante: o Paraná ainda não comprou nem incorporou o equipamento; esta é uma fase de avaliação. A lição é simples: lidar com drones exige mais do que “derrubar objetos” — exige tecnologia precisa, treinamento e regras bem definidas.

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