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Resumo em 10 segundos

Lu Brito defende estrutura, poder e prosperidade para mulheres — especialmente negras e periféricas — como prioridade de negócio e política pública ✊🏿🧵

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Esse ano não é sobre recomeçar, é sobre parar de aceitar menos — Lu Brito propõe um olhar direto e político sobre empreendedorismo feminino, pedindo mais estrutura, poder e prosperidade para mulheres, com foco especial em negras e periféricas. 🧵

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O ponto central: empreender não pode ser só narrativa individual. Lu Brito critica o ciclo de autoajuda que ignora barreiras reais — crédito, redes, tempo e proteção social — e chama a atenção para a necessidade de respostas coletivas e institucionais.

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Contexto de mercado: pesquisas recentes indicam que o empreendedorismo entre mulheres negras cresce, mas muitas vezes em negócios de baixa escala e informalidade. Isso limita renda, acesso a crédito e possibilidade de escalabilidade.

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Quais são as barreiras mais citadas? Falta de acesso a financiamento formal, ausência de redes de mercado, dupla jornada (trabalho remunerado + cuidados), baixa digitalização e pouca presença em cadeias de valor formais.

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As soluções propostas por Lu Brito são práticas: fundos direcionados, incubadoras e aceleração para periferias, formação técnica e financeira, medidas de formalização simplificada e políticas públicas que garantam direitos e ampliem mercado.

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Reflexão final: transformar empreendedorismo em instrumento de prosperidade exige investimento estratégico e regulação que democratize acesso. Não é só sobre metas pessoais — é sobre criar estruturas que permitam às trabalhadeiras prosperar.

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