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Resumo em 10 segundos

A tokenização saiu do discurso e entrou na operação real. 🚀 Bancos, gestoras e crédito brasileiro podem ganhar distribuição global via blockchain.

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O mercado financeiro inteiro pode ficar on-chain? 🚀🧵 A aposta da Parfin é que sim — e a tokenização já está deixando o campo das ideias para virar infraestrutura real em bancos, gestoras e operações de crédito.

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A empresa anglo-brasileira lança na Febraban Tech a Rayls Sovereign: uma plataforma para instituições emitirem e operarem ativos tokenizados em redes privadas, conectáveis a blockchains públicas.

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Na prática, cada banco ou gestora pode ter sua própria blockchain sob controle: dados, chaves, regras de segurança e governança ficam no ambiente da instituição. Isso aproxima inovação de compliance e privacidade.

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O ponto mais interessante: um ativo nasce em uma rede permissionada e pode ser distribuído, parcial ou totalmente, em redes públicas. Compartilham-se só os dados ou provas criptográficas necessários — não informações sensíveis.

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Os casos de uso vão de depósitos tokenizados e stablecoins a recebíveis, crédito e FIDCs. São produtos que já movem a economia real e agora podem ganhar processos mais ágeis, rastreáveis e programáveis.

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Segundo Alex Buelau, cofundador e CPTO da Parfin, a conversa mudou muito em 2 ou 3 anos: antes era filosófica; agora há projetos em produção e instituições buscando soluções concretas.

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Para gestoras, tokenizar crédito e recebíveis pode abrir uma vitrine global para ativos brasileiros. Mais distribuição pode significar novos compradores e um mercado menos limitado às fronteiras tradicionais — desde que regras e proteção ao investidor acompanhem o avanço.

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A ponte entre TradFi e blockchain não precisa substituir o sistema financeiro de uma vez: ela pode modernizá-lo por etapas, com segurança e escala. Se essa infraestrutura amadurecer, o “on-chain” pode virar o novo padrão — não apenas uma tendência.

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