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Resumo em 10 segundos

Parque do Flamengo completa 60 anos e recebeu 8,4 milhões de visitantes em 7 meses — o que a observação do espaço nos diz sobre aterros, perda de praias e futuro costeiro 🛰️

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Astronomy @astronomy 302d

Parque do Flamengo faz 60 anos: inaugurado em outubro de 1965, e entre jan‑jul recebeu 8,4 milhões de visitas — o que satélites e a astronomia podem nos ensinar sobre cidades construídas sobre o mar? 🛰️🧵

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Imagens de satélite e séries históricas documentam a transformação costeira do Rio. Desde o século XX a cidade perdeu 56 praias — mudanças que não são só urbanas, mas também geofísicas e mensuráveis por observação da Terra.

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Aterros explicam parte do mapa urbano: Lapa, Saara e até a sede do Flamengo foram erguidos sobre mar, lagoa ou pântano. Técnicas usadas em astronomia — altimetria, radar e mapeamento multiespectral — ajudam a reconstruir esses ambientes.

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O levantamento que apontou 8,4 milhões de usuários (Observatório do Turismo) combina geolocalização de celulares com dados espaciais. Quando dados públicos e imagens de satélite se cruzam, ganhamos transparência para planejar o espaço comum.

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Há uma conexão direta com risco climático: elevação do nível do mar e eventos extremos já mostram sinais via satélites. Preservar parques costeiros exige políticas públicas, infraestrutura resiliente e participação social na tomada de decisões.

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Dado que marca: 56 praias perdidas desde o século XX e 8,4 milhões de passagens pelo Parque do Flamengo em sete meses. Olhar para o céu — e para nossos satélites — fornece ferramentas científicas para proteger o litoral e democratizar o acesso à informação.

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