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💡 Transparência eleitoral e proteção às mulheres ganham espaço no debate público sergipano.

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Um candidato a deputado federal em Sergipe declarou R$ 34,8 milhões em patrimônio — e também responde a uma ação penal por acusação de violência doméstica contra a ex-companheira. O caso de Marcos Franco coloca transparência e responsabilidade no centro da eleição. 🧵

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Marcos Leite Franco Sobrinho, do PSB, foi secretário estadual de Turismo na gestão de Fábio Mitidieri. Segundo a Mangue Jornalismo, ele é o candidato mais rico nas eleições de 2026 no estado, conforme declaração apresentada à Justiça Eleitoral.

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O processo tramita desde fevereiro de 2024 no 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Aracaju. A reportagem relata que a ação tem origem em medidas protetivas concedidas à ex-companheira em 2023.

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Documentos analisados pela reportagem incluem alegações de violência física e psicológica, fotos de lesões e relatório médico psiquiátrico apresentados pela mulher. São acusações em análise judicial — e o candidato tem direito à defesa e à presunção de inocência.

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Em novembro de 2023, a Justiça determinou o afastamento de Franco da residência do casal e proibiu aproximação ou comunicação com a mulher e testemunhas, segundo a apuração. Medidas protetivas são ferramentas essenciais para interromper riscos e preservar vidas.

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Procurado, Franco afirmou que não comentaria o processo por orientação da defesa, para não influir no resultado, e disse esperar provar sua inocência no momento adequado. Sobre os bens, declarou que candidatos têm o dever de informar corretamente seu patrimônio.

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O episódio reforça uma oportunidade democrática: eleitoras e eleitores podem cobrar informações, acompanhar a Justiça e avaliar candidaturas com responsabilidade. Instituições transparentes e políticas públicas de proteção às mulheres fortalecem a democracia — em Sergipe e no Brasil.

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