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Resumo em 10 segundos

📊 O último pregão antes do 1º turno reúne payroll dos EUA, petróleo e risco eleitoral. Entenda, sem economês, o que está em jogo. 🧵

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Payroll nos EUA pela manhã, eleição no Brasil no fim de semana: a sexta (2) reúne dois eventos capazes de balançar Bolsa, dólar e juros. E, quando a B3 fechar, o mercado só volta a negociar após o resultado do 1º turno. 📊🧵

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Primeiro, o payroll: é o relatório oficial de emprego dos EUA, divulgado às 9h30. Ele mostra, entre outros pontos, quantas vagas foram criadas e ajuda o mercado a avaliar se a economia americana segue aquecida.

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Por que isso importa aqui? Um mercado de trabalho forte nos EUA pode reforçar a expectativa de juros altos por mais tempo pelo Federal Reserve. Isso tende a fortalecer o dólar, elevar os juros dos títulos americanos e reduzir o apetite global por risco.

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Na prática, parte dos investidores pode tirar recursos de mercados emergentes, como o Brasil, para buscar ativos considerados mais seguros nos EUA. Mas não é uma regra automática: o resultado depende de quanto o dado surpreende as expectativas.

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No Brasil, entra outro fator: a eleição de domingo (4). Gestores ajustam posições antes de um fim de semana sem pregão, pois pesquisas, debate e resultado das urnas podem alterar a percepção sobre política econômica, gastos públicos e juros futuros.

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O pregão de quinta (1º) ilustrou esse cabo de guerra: o Ibovespa caiu durante o dia, recuperou-se e fechou em alta de 0,46%, aos 187.197,46 pontos. A valorização do petróleo ajudou Petrobras, enquanto bancos e Vale pressionaram em parte da sessão.

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A lição é simples: payroll mede a temperatura dos juros globais; eleição muda o risco doméstico; petróleo influencia empresas relevantes do índice. Em dias assim, volatilidade não é só “nervosismo”: é o mercado recalculando preços com informações novas.

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