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PEC volta ao Senado e reacende debate: menos horas, mesmos salários — lucro ou justiça social? 🤔

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PEC 148/2015 volta ao Senado: reduzir jornada de 44h para 40h sem reduzir salários ⏱️🧵. Avanço social ou medida que vai encarecer o emprego? Quem decide nas audiências públicas — e quem fica de fora do debate?

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A proposta, de autoria de Paulo Paim (PT-RS), está na CCJ e deve passar por audiências com governo, sindicatos e setor produtivo. A CCJ vai priorizar direitos trabalhistas ou ceder à pressão do mercado?

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DIEESE estima: redução de 44h para 40h poderia gerar 3,6 milhões de empregos formais. Impressionante — mas que tipo de emprego será criado? Salários e qualidade preservados ou risco de precarização?

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Setores intensivos em mão de obra — indústria, comércio e construção civil — alertam sobre custos e perda de competitividade. A solução é desmontar direitos ou investir em reorganização produtiva e políticas públicas de transição?

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Reduzir jornada pode acelerar automação e mudanças de turno. Quem ganha com isso: trabalhadores com mais tempo e saúde ou empresas que terceirizam e aumentam a informalidade? Há espaço para proteger quem fica para trás?

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Sindicatos apoiam; parte do setor produtivo resiste. Onde estão os pequenos empresários, os trabalhadores informais e as pessoas mais vulneráveis nesse jogo de interesses? Quanto pesa o lobby frente à defesa dos direitos?

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Mais horas de vida ou conta para pagar? Se a meta é justiça social e emprego decente, a redução da jornada precisa vir acompanhada de formação, políticas de inclusão e incentivos à produtividade sustentável. Estamos prontos para esse debate?

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