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Resumo em 10 segundos

Dia decisivo na Câmara: troca de relator, pressa na anistia e um possível freio ao STF — quem ganha e quem perde? 🧩🤔

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PEC da Blindagem e PL da Anistia dominam a Câmara hoje 🧵 Deputados passaram a terça discutindo medidas que podem limitar investigações e perdoar envolvidos em atos golpistas. Troca de relator e urgência anunciada: consequência ou conluio? O que está realmente em jogo?

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Hugo Motta reuniu líderes e trocou o relator da PEC: saiu Lafayete de Andrada, entrou Claudio Cajado. Motta diz que a pauta "fortalece a atividade parlamentar" — fortalecer atividade ou blindar interesses? Quem ganha com essa mudança de tom e de prioridades?

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Segundo o novo relator, o texto prevê que o STF só poderia abrir investigações contra parlamentares com autorização prévia da Câmara. Isso é proteção institucional ou um cavalo de Troia para impunidade? Onde fica a igualdade de acesso à justiça?

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O PL da Anistia, com urgência marcada para votação, quer perdoar envolvidos nos atos golpistas. Reconciliação legítima ou apagamento de crimes contra a democracia? E as vítimas, os servidores e a sociedade: serão lembrados nessa equação?

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Motta agendou votação depois de trocar o relator — reunião na residência oficial cedo. Decisões no café da manhã: transparência ou concentração de poder? Quando as regras são mudadas por quem pode se beneficiar, quem fiscaliza quem fiscaliza?

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Se aprovadas, PEC e anistia podem alterar profundamente freios e contrapesos: mais influência do Legislativo sobre investigações e perdão a participantes de ataques à democracia. É isso que fortalece instituições ou que as enfraquece?

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Reflexão final: queremos um Congresso que se proteja ou uma democracia com instituições responsabilizadas e acessíveis a todos? Monitoramento público e políticas transparentes são a resposta — ou preferimos a naturalização da impunidade?

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