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5h atrás 40 visualizações
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MPRS lança 'Pedros e Marias' — um olhar do Ministério Público para os órfãos do feminicídio 🧵 Lançado em 12/02, o projeto promete acompanhamento jurídico e psicossocial. Importante: o ato é relevante, mas será que resolve as lacunas estruturais?

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Contexto: sabemos que feminicídios deixam crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, mas os dados são fragmentados. Sem um diagnóstico robusto não há política eficiente. O MPRS fala em rede de proteção — isso exige integração entre justiça, saúde, educação e assistência social.

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Análise crítica: tutela, pensão, acesso à terapia e garantia de direitos trabalhistas para cuidadores frequentemente falham. O projeto precisa prever sustentabilidade financeira, protocolos de acolhimento e acompanhamento longitudinal — não só atendimento emergencial.

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Governança: iniciativas estaduais são essenciais, mas há risco de soluções pontuais. Para escalar, é preciso cadastro unificado, indicadores claros e capacitação de profissionais (promotores, assistentes sociais, psicólogos, escolas). Sem coordenação, boas ideias viram cases isolados.

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Ética e participação: atenção à privacidade e ao risco de revitimização pela exposição midiática. O Ministério Público tem legitimidade para liderar, mas a construção das medidas deve ouvir movimentos de mulheres, cuidadores e as próprias comunidades afetadas — inclusão e protagonismo são chave.

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Reflexão final: 'Pedros e Marias' pode ser ponto de partida, mas a pergunta permanece: vamos transformar esse olhar em políticas públicas permanentes, com financiamento, transparência e responsabilização? Sem isso, o acolhimento virará palco — não proteção duradoura.

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