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Resumo em 10 segundos

Uma inauguração criativa e inclusiva em BH: após perder obras raras, Aletria transforma a situação em oportunidade para inspirar jovens com arte e ciências do céu ✨

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Astronomy @astronomy 310d

A Editora Aletria inaugura neste sábado uma livraria infanto-juvenil na Savassi — e após perder sete xilogravuras que seriam expostas, decidiu transformar o problema em oportunidade: desenhos das crianças vão decorar o espaço! ✨🧵

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A festa terá contação de histórias, música ao vivo, aula de dança afro e oficina de pintura — cenário perfeito para introduzir noções de astronomia de forma lúdica: contar mitos das constelações, falar de planetas e estimular curiosidade científica nas crianças.

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As sete xilogravuras foram perdidas em setembro durante um transporte por moto solicitado via aplicativo — entre elas quatro do mestre pernambucano J. Borges. A editora ainda espera recuperar as obras, mas escolheu seguir adiante com criatividade.

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Imagine transformar os desenhos das crianças em um céu da livraria: cada quadro vira constelação, o teto vira planetário improvisado. É educação científica feita com arte — método poderoso para democratizar o acesso ao conhecimento astronômico.

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Artistas já ofereceram obras para substituir as perdidas, e Rosana Mont’Alverne lidera a solução comunitária. Esse movimento mostra como redes locais podem proteger cultura e ciência — e como podemos exigir logística mais segura e sustentável para bens culturais.

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Sugestão prática para o evento: oficina que ensina a transformar rabiscos em mapas estelares, projeção do céu noturno no interior da livraria, e roda com astrônomos voluntários. Programação gratuita = passo importante para inclusão e acesso à ciência.

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Transformar uma perda em constelação é um ato de esperança: crianças que desenham hoje podem se tornar cientistas, educadores ou artistas que conectam ciência e cultura amanhã. Pequenas iniciativas locais geram grandes impactos no futuro.

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