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Fortaleza reuniu especialistas de todo o país para trocar práticas em medicina legal, perícia e identificação de pessoas desaparecidas. 🧬🔎

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Peritos do RS foram a Fortaleza para discutir algo que mexe com vidas inteiras: como integrar a ciência forense do país e melhorar a localização e identificação de pessoas desaparecidas. 🔎🧬 🧵

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Entre 14 e 18 de setembro, o IGP-RS participou de três agendas nacionais: reunião do CONDPCI, Encontro de Institutos Médico-Legais e o 1º encontro da CIGID, voltada à gestão de dados sobre desaparecimentos.

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A delegação gaúcha teve o diretor-geral Paulo Barragan, a médica-legista Caroline Vieira e a perita criminal Beatriz Beck. A ideia foi bem direta: compartilhar o que funciona em cada estado e evitar que conhecimento fique isolado.

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Na prática, perícia integrada significa juntar protocolos, bancos de dados, exames médico-legais e investigação técnica. Quanto melhor essa conversa entre estados, maiores as chances de uma identificação acontecer no tempo certo.

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E isso não é só burocracia: uma pessoa desaparecida deixa famílias em espera, muitas vezes por anos. Ciência forense bem estruturada ajuda a dar respostas, preservar evidências e tratar cada caso com a dignidade que merece.

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Os encontros foram organizados pela PEFOCE, do Ceará, com apoio de parceiros como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Também entraram na pauta políticas públicas, fluxos de informação e cooperação entre perícias oficiais.

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O desafio agora é transformar troca de experiência em rede permanente: sistemas compatíveis, equipes capacitadas e dados circulando com segurança. Quando a perícia coopera, a ciência deixa de ser só laboratório e vira caminho para reencontros e respostas.

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