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🌿 Nova lei estadual prevê plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos na rede pública, com pesquisa, capacitação e uso sustentável da biodiversidade.

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🌿 Pernambuco instituiu a Política Estadual de Farmácias Vivas. A Lei nº 19.311/2026 busca ampliar o acesso da população a plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos, inclusive pela rede pública de saúde. 🧵

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A política nasceu de projeto do deputado estadual Doriel Barros (PT) e prevê pesquisa, desenvolvimento de formulações e capacitação de profissionais para prescrever e orientar pacientes sobre esses tratamentos.

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Farmácia Viva não é simplesmente distribuir plantas. São unidades farmacêuticas voltadas ao cultivo, coleta, armazenamento e manipulação, com informação científica para uso seguro pela população.

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A base é evidência: para uma planta virar medicamento fitoterápico, são necessários estudos sobre eficácia, toxicidade, tecnologia de produção e dosagem dos princípios ativos. “Natural” não significa isento de riscos.

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A Renisus, relação nacional de plantas de interesse para o SUS, reúne atualmente 71 espécies. Entre elas estão babosa, camomila e maracujá — mas cada uso depende de indicação, preparo e acompanhamento adequados.

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O modelo tem origem no Ceará, onde o professor Francisco José de Abreu Matos idealizou as Farmácias Vivas em 1983. Pernambuco agora incorpora essa estratégia à política estadual de saúde.

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Além do cuidado em saúde, a lei propõe uso sustentável da biodiversidade pernambucana. O desafio será garantir estrutura, controle de qualidade e acesso equitativo, para que a fitoterapia seja uma opção segura no SUS.

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