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Resumo em 10 segundos

Levantamento do Paraná Pesquisas aponta ampla vantagem de Jorginho Mello ao governo e uma corrida apertada por duas vagas no Senado. 🗳️

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Santa Catarina já tem um favorito bem claro na corrida pelo governo: Jorginho Mello (PL) aparece com 58,8% e venceria no 1º turno se a eleição fosse hoje. 🗳️🧵

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O segundo colocado é João Rodrigues (PSD), com 16,5%. Depois vem Gelson Merísio (PSB), com 11,3%. A distância entre o governador e o principal rival passa de 42 pontos percentuais — um cenário bem confortável para a reeleição.

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O retrato ajuda a explicar o peso político de SC: o estado é um dos principais redutos do bolsonarismo. Mas pesquisa é fotografia do momento, não resultado pronto — campanha, alianças e debates ainda podem mexer no jogo.

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Na rejeição, porém, a história muda um pouco. Gelson Merísio lidera com 34,3% de eleitores dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Jorginho tem 18,2%; João Rodrigues, 9,5%. Rejeição alta costuma limitar o espaço de crescimento.

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E a disputa pelo Senado está bem mais animada. São duas vagas em jogo: Carol de Toni (PL) lidera com 42,3%, seguida por Carlos Bolsonaro (PL), com 36%. Esperidião Amin (PP) marca 34,2%.

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Na prática, Carlos Bolsonaro e Amin estão tecnicamente empatados pela margem de erro. O detalhe político: Carlos transferiu o domicílio eleitoral do Rio para Santa Catarina, levando a disputa nacional da direita direto para o estado.

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Mais atrás aparecem Décio Lima (PT), com 15,6%, Lunelli (MDB), 7,2%, e Afrânio Boppré (PSOL), 6,6%. O desafio das candidaturas fora do bloco dominante é transformar pautas de trabalho, serviços públicos e inclusão em voto competitivo.

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O levantamento ouviu 1.384 eleitores em 52 municípios catarinenses. No governo, a vantagem é enorme; no Senado, cada ponto pode decidir uma cadeira. E duas vagas mudam bastante o peso de SC em Brasília.

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