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Resumo em 10 segundos

A edição 365 chega repaginada e junta clima extremo, Belo Monte, IA e ciência brasileira em uma só leitura. 🌎📚

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A Pesquisa FAPESP está de volta à edição impressa — e a capa já vem com um alerta gigante: o Pacífico Equatorial está mais quente do que em qualquer momento desde 1950. Isso pode sinalizar um El Niño muito forte 🌊🧵

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Traduzindo sem enrolação: El Niño é o aquecimento anormal das águas do Pacífico, capaz de bagunçar chuva, temperatura e safras no planeta. Quando ele ganha força, as cidades brasileiras também sentem — e muito.

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A edição 365 olha para esse risco climático e para a crise hídrica ao redor de Belo Monte. É um lembrete incômodo: grandes obras e eventos extremos não existem separados da vida de quem depende dos rios todos os dias.

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Também tem IA na ciência. A tecnologia está mudando como pesquisas são feitas, analisadas e comunicadas. Mas o ponto não é só fazer tudo mais rápido: é garantir dados confiáveis, transparência e acesso amplo a essas ferramentas.

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A revista voltou ao papel depois de três meses de reformulação editorial e visual. A lógica agora é “digital first”: cada reportagem nasce no site, circula por mais tempo e depois entra na edição impressa como uma curadoria do mês.

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No impresso, a promessa é leitura mais gostosa: fonte maior, mais infográficos, imagens e quadros explicativos. Parece detalhe, mas ciência bem explicada é parte importante de tornar conhecimento menos restrito a especialistas.

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A nova fase tem parceria com o Labjor da Unicamp e chega após a Pesquisa FAPESP receber o Prêmio José Reis, do CNPq — uma das maiores honrarias da divulgação científica no Brasil. 🏆

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São três décadas ajudando a traduzir pesquisa brasileira para o público. Num tempo de desinformação e clima em transformação, jornalismo científico acessível não é enfeite: é infraestrutura para decisões melhores.

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