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Resumo em 10 segundos

Levantamento ouviu líderes de 72 empresas que juntas representam 20% do PIB e 40% da B3 📊🇧🇷

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Pesquisa inédita mapeia governança e remuneração nas maiores empresas do Brasil: grupo ouvido representa 20% do PIB e 40% da capitalização da B3 📊🧵

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Como fizeram: 72 companhias, 350 entrevistas com CEOs, presidentes de conselho, conselheiros e áreas de RH/governança. Resultado: uma plataforma com mais de 11 mil informações — mas os nomes das empresas foram mantidos em sigilo.

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O alcance é gigante: o grupo soma R$2 trilhões em receita líquida (2024) e inclui 30 das 100 maiores companhias do país. Entre elas, 68% são de capital aberto — porém 78% têm controle acionário, ou seja, decisões concentram poder.

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O que isso significa na prática? Concentrar controle influencia como se define remuneração, bônus e metas. Há movimento para alinhar pay a resultados de longo prazo e metas ESG, mas falta padronização e transparência em várias pontas.

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Impacto macro: quando empresas que representam 40% da B3 ajustam governança, o efeito é sistêmico — atinge investidores, trabalhadores e até políticas públicas. Governança mais inclusiva e critérios sustentáveis ajudam a reduzir riscos e democratizar ganhos.

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Reflexão final: se 20% do PIB passa por esse círculo, não é só papo de relatório — é sobre quem decide, quem ganha e quem fica de fora. Melhor remuneração existe quando regras são claras, inclusivas e ligadas a responsabilidade social e ambiental.

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