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📊 Os últimos levantamentos ajudam a medir o momento, mas não decretam o resultado. Entenda o que realmente importa na disputa presidencial. 🧵

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Quem está na frente para presidente? 📊 Os últimos levantamentos apontam tendências, mas a resposta não cabe em uma manchete: liderança varia conforme o instituto, o cenário testado e a margem de erro. 🧵

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Pesquisa não é previsão nem eleição antecipada. Ela registra um retrato do momento — e esse retrato muda com campanha, debates, alianças, economia, crises e a capacidade de cada candidatura de dialogar com o eleitorado.

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O primeiro cuidado é comparar números equivalentes: pesquisa estimulada ou espontânea? Primeiro turno ou segundo? Quem foram os nomes apresentados? Sem essas perguntas, comparar percentuais pode produzir mais ruído que informação.

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A margem de erro também importa. Quando dois candidatos aparecem tecnicamente empatados, cravar uma “virada” ou uma “disparada” pode ser exagero. O dado responsável é menos espetacular — e mais útil para entender a corrida.

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Outro ponto: média nacional não explica o país inteiro. Regiões, renda, idade, gênero e escolaridade podem revelar bases eleitorais bem diferentes. Uma campanha competitiva precisa olhar para essas desigualdades, não só para o placar geral.

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A pergunta decisiva não é apenas “quem lidera hoje?”, mas “quem consegue ampliar apoio sem abandonar compromissos públicos”. Em uma democracia, pesquisa deve informar o debate — não substituir propostas, fiscalização e participação cidadã.

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