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Da dor crônica à saúde na gestação: pesquisadores da UConn levaram novos dados sobre canabinoides para um dos principais encontros globais da área. 🌍🧪

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Pesquisadores de enfermagem da UConn foram destaque num grande simpósio internacional sobre canabinoides, em Dijon, na França 🇫🇷🧪 E os estudos vão de alternativas para dor crônica até o uso de substâncias na gravidez. 🧵

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Um dos nomes centrais foi o dr. Steven G. Kinsey, premiado pela International Cannabinoid Research Society por mais de duas décadas de estudos apoiados pelo NIH, instituto público de saúde dos EUA.

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Na palestra, Kinsey reuniu evidências de que terapias baseadas em canabinoides podem ajudar em dores neuropáticas e inflamatórias — aquelas persistentes, difíceis de tratar e que afetam muito a qualidade de vida.

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O ponto importante: a pesquisa busca alívio da dor com menos riscos de dependência do que os opioides tradicionais. Mas não é passe livre: dose, tipo de composto, acompanhamento médico e regulação fazem toda diferença.

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Outro estudo ouviu mulheres em idade reprodutiva sobre cannabis, álcool e tabaco na gravidez. Muitas disseram perceber a cannabis como menos perigosa e relataram uso contra náusea, ansiedade e insônia.

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Só que “parece mais seguro” não substitui evidência clínica. Os pesquisadores defendem orientação acessível e baseada em ciência, sem julgamento, para que pacientes tenham informação de verdade antes de decidir.

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Também houve uma pista bem técnica: alterar a proteína RGS12 intensificou efeitos do THC em testes de laboratório. Entender esse mecanismo pode ajudar a separar benefício terapêutico de risco de abstinência e abuso. Ciência boa é justamente isso: menos achismo, mais cuidado.

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