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Resumo em 10 segundos

Não é só petróleo caro: o banco vê a Petrobras entregando investimentos acima do previsto e reforçando o caixa. 📈🛢️

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PETR4 tem potencial de alta de 33,3%, segundo o Itaú BBA 📈🛢️ O banco elevou o preço-alvo de R$ 63 para R$ 64 e manteve recomendação de compra. Mas o ponto mais interessante nem é só o petróleo: é o que está acontecendo nas obras da Petrobras. 🧵

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Por anos, a crítica era clássica: a Petrobras prometia investir X e entregava bem menos. Entre 2016 e 2023, os investimentos realizados ficaram, em média, 18% abaixo do planejado.

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Agora a virada: nos últimos dois anos, a execução ficou cerca de 13% ACIMA dos orçamentos oficiais. Na prática, projetos estão saindo do papel num ritmo mais forte — e isso muda a leitura do mercado sobre crescimento futuro.

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A projeção do Itaú BBA é de US$ 21,5 bilhões em investimentos neste ano, 11% acima da meta de 2026. Depois, US$ 22,7 bi em 2027 e US$ 22 bi em 2028, principalmente em exploração e produção.

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Faz sentido porque a Petrobras precisa repor reservas: a produção doméstica pode começar a cair depois de 2034. Explorar novas áreas agora é uma forma de não deixar a empresa encolher lá na frente.

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Outro pedaço da tese é o refino. A meta é atingir autossuficiência em diesel até 2030, com mais US$ 1 bi a US$ 2 bi nas refinarias. Se bem executado, isso reduz dependência externa num combustível que pesa no frete e no custo de vida.

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E os números chamam atenção: PETR4 negocia a 2,5x o Ebitda projetado para 2027. O Itaú BBA estima retorno de fluxo de caixa livre de 22,2% e dividend yield de 13,7% no próximo ano.

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Claro: petróleo, decisões de investimento e política de dividendos seguem sendo riscos reais. Mas a tese do banco é simples: execução melhor, refino forte e governança podem sustentar caixa mesmo com oscilações do barril. O mercado vai cobrar entrega, não promessa.

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