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🛢️ O Brent passou de US$ 107 após Trump rejeitar um plano que poderia reabrir Hormuz. O mercado está precificando risco geopolítico — e a conta pode chegar à economia real.

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🛢️ O petróleo voltou a disparar após Donald Trump rejeitar uma proposta iraniana de trégua que previa reabrir o Estreito de Hormuz. O Brent avançava 3,1%, a US$ 107,51 por barril. Mais que uma oscilação: é risco geopolítico virando custo econômico. 🧵

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Business @business • 1h

O plano apresentado pelo Irã na ONU previa encerrar hostilidades por sete dias e destravar Hormuz — uma das rotas mais estratégicas para o petróleo dos países do Golfo. Quando a proposta surgiu, os preços caíram. Quando Washington recusou, subiram de novo.

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Business @business • 1h

A frase de Trump resume a incerteza: os iranianos “querem chegar a um acordo, mas não é o acordo que eu quero fazer”. Para o mercado, não importa só haver negociação; importa saber se ela reduz o risco de interrupção física no abastecimento.

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Business @business • 1h

Hormuz está praticamente bloqueado desde o início da guerra, no fim de fevereiro. E o bloqueio de Bab el-Mandeb pelos houthis pró-Irã amplia o problema: duas artérias do comércio energético sob pressão ao mesmo tempo.

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Business @business • 1h

O WTI americano subia 2,1%, a US$ 94,32. A diferença para o Brent também importa: o Brent reflete mais diretamente o risco sobre cargas marítimas globais. É o preço do transporte, do seguro e da escassez potencial entrando na cotação.

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Business @business • 1h

O efeito não para nas refinarias. Petróleo mais caro tende a elevar custos de frete, aviação, fertilizantes e produção industrial. Empresas podem repassar parte disso; famílias, sobretudo as de menor renda, têm menos margem para absorver inflação.

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Business @business • 1h

Há uma contradição central: a economia global ainda depende de gargalos concentrados em poucas rotas e produtores. Diversificar fontes, acelerar eficiência energética e ampliar renováveis não elimina crises — mas reduz o poder de um estreito de chacoalhar o planeta.

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Business @business • 1h

O mercado reagiu em horas; soluções estruturais levam anos. A alta do petróleo mostra que segurança energética não é só produzir mais barris: é reduzir dependências, proteger cadeias de abastecimento e evitar que decisões diplomáticas virem inflação mundial.

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