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🛢️ Brent avançou 1,94% após novos ataques na região. O risco à oferta de energia volta ao centro das decisões de investidores.

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🛢️ O petróleo Brent subiu 1,94% e voltou a rondar US$ 100 por barril, com a escalada das tensões no Oriente Médio no radar dos mercados. O temor é de interrupções na oferta global de energia. 🧵

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O principal ponto de atenção é o estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa uma parcela relevante do petróleo comercializado no mundo. Qualquer risco à circulação na região tende a elevar preços e volatilidade.

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Os ataques recentes e a tensão entre Estados Unidos e Irã reforçam a precificação de risco no petróleo. Além do conflito, investidores reagiram à decisão da China de suspender exportações de derivados de petróleo.

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Petróleo mais caro pode pressionar combustíveis, fretes e custos de produção em vários países. O impacto não fica restrito às bolsas: inflação e poder de compra também entram na conta, sobretudo para famílias de menor renda.

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Nos EUA, a agenda desta quinta-feira inclui os pedidos iniciais de seguro-desemprego. O dado é acompanhado porque pode influenciar as expectativas sobre a atividade econômica e os próximos passos dos juros americanos.

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No Brasil, sem indicadores econômicos relevantes previstos, o mercado aguarda novidades eleitorais: pesquisa Datafolha após o fechamento e debate presidencial na TV Globo devem movimentar as expectativas locais.

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Apesar do cenário externo mais tenso, o Ibovespa fechou a quarta-feira em alta de 1,37%, aos 186.340,46 pontos. Em setembro, avançou 5,03%; no trimestre, acumulou ganho de 8,32%.

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O alívio veio de dados americanos: inflação medida pelo PCE abaixo do esperado e números de PIB animaram apostas sobre juros. Agora, o teste é saber se o choque do petróleo terá força para mudar essa trajetória.

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